sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O homem e a mulher.




O HOMEM É A MAIS ELEVADA DAS CRIATURAS.
A MULHER É O MAIS SUBLIME DOS IDEAIS.
DEUS FEZ PARA O HOMEM UM TRONO;
PARA A MULHER UM ALTAR.
O TRONO EXALTA; O ALTAR SANTIFICA.
O HOMEM É O CÉREBRO; A MULHER O CORAÇÃO, O AMOR.
A LUZ FECUNDA; O AMOR RESSUSCITA.
O HOMEM É O GÊNIO; A MULHER O ANJO.
O GÊNIO É IMENSURÁVEL; O ANJO INDEFINÍVEL.
A ASPIRAÇÃO DO HOMEM É A SUPREMA GLÓRIA;
A ASPIRAÇÃO DA MULHER, A VIRTUDE EXTREMA.
A GLÓRIA TRADUZ GRANDEZA; A VIRTUDE TRADUZ DIVINDADE.
O HOMEM TEM A SUPREMACIA; A MULHER A PREFERÊNCIA.
A SUPREMACIA REPRESENTA FORÇA
A PREFERÊNCIA REPRESENTA O DIREITO.
O HOMEM É FORTE PELA RAZÃO; A MULHER INVENCÍVEL PELAS LÁGRIMAS.
A RAZÃO CONVENCE; A LÁGRIMA COMOVE.
O HOMEM É CAPAZ DE TODOS OS HEROÍSMOS;
A MULHER DE TODOS OS MARTÍRIOS.
O HEROÍSMO ENOBRECE; OS MARTÍRIOS SUBLIMAM.
O HOMEM É O CÓDIGO; A MULHER O EVANGELHO.
O CÓDIGO CORRIGE; O EVANGELHO APERFEIÇOA.
O HOMEM É O TEMPLO; A MULHER, UM SACRÁRIO.
ANTE O  TEMPLO, NOS DESCOBRIMOS;
ANTE O SACRÁRIO AJOELHAMO-NOS.
O HOMEM PENSA; A MULHER SONHA.
PENSAR É TER CÉREBRO;
SONHAR É TER NA FRONTE UMA AURÉOLA.
O HOMEM É UM OCEANO; A MULHER UM LAGO.
O OCEANO TEM A PÉROLA QUE EMBELEZA;
O LAGO TEM A POESIA QUE DESLUMBRA.
O HOMEM É A ÁGUIA QUE VOA; A MULHER O ROUXINOL QUE CANTA.
VOAR É DOMINAR O ESPAÇO; CANTAR É CONQUISTAR A ALMA.
O HOMEM TEM UM FANAL; A CONSCIÊNCIA;
A MULHER TEM UMA ESTRELA : A ESPERANÇA.
O FANAL GUIA, A ESPERANÇA SALVA.
ENFIM ...
O HOMEM ESTÁ COLOCADO ONDE TERMINA A TERRA;
A MULHER ONDE COMEÇA O CÉU ...(Victor Hugo)

Como Deus rezaria o Pai Nosso.


MEU FILHO QUE ESTÁS NA TERRA

PREOCUPADO, SOLITÁRIO, DESORIENTADO...

EU CONHEÇO PERFEITAMENTE TEU NOME, E O PRONUNCIO SANTIFICANDO-O PORQUE TE AMO.

NÃO. NÃO ESTÁS SÓ, MAS HABITADO POR MIM

E JUNTOS CONSTRUIREMOS ESTE REINO, DO QUAL TU VAIS SER HERDEIRO.

GOSTO QUE FAÇAS MINHA VONTADE, PORQUE MINHA VONTADE É QUE TU SEJAS FELIZ.

CONTA SEMPRE COMIGO E TERÁS O PÃO PARA HOJE.

NÃO TE PREOCUPES. SÓ TE PEÇO QUE SAIBAS COMPARTILHÁ -LO COM TEUS IRMÃOS.

SABES QUE PERDÔO TODAS TUAS OFENSAS, ANTES MESMO QUE AS COMETAS

POR ISSO TE PEÇO QUE FAÇAS O MESMO COM OS QUE A TI OFENDEM.

PARA QUE NUNCA CAIAS NA TENTAÇÃO, TOMA FORTE A MINHA MÃO E EU TE LIVRAREI DO MAL

TE AMO DESDE SEMPRE.

TEU PAI

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Partida e Chegada

Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara. O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram. Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará:
"já se foi".
Terá sumido?
Evaporado?

Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.

Mas ele continua o mesmo.

E talvez, no exato instante em que alguém diz: "já se foi", haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".

Assim é a morte.

Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos:
"já se foi".
Terá sumido?
Evaporado?

Não, certamente.

Apenas o perdemos de vista.

O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.

E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
"já se foi",
no mais além, outro alguém dirá feliz:
"já está chegando".

Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena. A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.

Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.

A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.

Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

Pense nisso!

Victor Hugo, poeta e romancista francês que viveu no Século XIX, falou da vida e da morte dizendo:

"A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhantes.
Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar à sepultura aquilo que não sou.

Quando eu descer à sepultura, poderei dizer, como tantos: meu dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou. Meu dia de trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte. O túmulo não é um beco sem saída, é uma passagem.

Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente."

Autor: Desconhecido.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Estarei sempre contigo

Se sentires solidão,
N ão chores, me sinta;
Não há porque sofrer,
Se estou dentro de você.

Estarei sempre contigo,
Sou eu seu coração, seu amigo,
Amigo de fato, amigo do peito,
Aturo seus atos, aceito, respeito.

Muitos atos até discutíveis,
As vezes irracionais,
Muitos inadmissíveis,
Pro mais louco dos mortais.

Aonde fores, lá estarei,
Sou energia, sou o amor.
Sou a coroa de um rei,
Sou o perfume da flor.

Sou o Sol,
Que te aquece no inverno,
Sou o beijo doce,
“Caliente” e terno,
Sou a Lua que alumia.
A noite estrelada,
Sou a luz dos pirilampos,
Que clareiam a estrada.

Sou o fruto,
Que alimenta e tonifica,
Sou a água,
Que sacia a sede,
Refresca a alma,
Sou a obra laboriosa,
Que dignifica,
Sou a música romântica,
Que acalenta e acalma.

Sou o pássaro multicor,
Que ornamenta o espaço,
Sou sua tênue caminhada,
Vencida passo a passo,
Sou o touro bravio,
Que aprisionas no laço,
Sou o calor, sou o frio,
Sou a chuva e o mormaço,
Sou DEUS.



Jorge Roberto Gomes

Vida dos índios


Introdução

Os índios possuem uma maneira própria de organizar a vida. Entre eles tudo é dividido com o objetivo de fazer a aldeia funcionar em harmonia. A divisão de trabalho, por exemplo, segue basicamente critérios de idade, sexo e acumulo de conhecimento e cultura. Na grande maioria das aldeias indígenas brasileiras esta divisão funciona como podemos observar abaixo.
Funções e divisão do trabalho entre os índios brasileiros:

- Homem adulto: são responsáveis pela caça de animais selvagens. Devem garantir a proteção da aldeia e, se necessário, atuarem nas guerras. São os homens que também devem fabricar as ferramentas, instrumentos de caça e pesca e a casa (oca).

- Mulheres adultas: cabe às mulheres cuidarem dos filhos, fornecendo-lhes alimentação e os cuidados necessários. As mulheres também atuam na agricultura da aldeia, plantando e colhendo (mandioca, milho, feijão, arroz, etc). As mulheres também devem fabricar objetos de cerâmica (vasos, potes, pratos) e preparar os alimentos para o consumo. Devem ainda coletar os frutos, fabricar a farinha e tecer redes (artesanato).

- Crianças: os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.

- Cacique: é o chefe político e administrativo da aldeia. Experiente, ele deve manter o bom funcionamento e a estrutura da aldeia.

- Pajé: possui grande conhecimento sobre a cultura e religião da tribo. Conhece muito bem o poder das ervas medicinas e atua como uma espécie de “médico” e “curandeiro” da aldeia. Mantém as tradições e repassa aos mais novos através da oralidade. Os rituais religiosos também são organizados pelo pajé.
Diversão
Além de trabalharem, os índios também se divertem. Nas aldeias, eles fazem festas, danças e jogos. Porém, estas formas de divertimento possuem significados religiosos e sociais. Dentre os jogos, por exemplo, destacam-se as lutas. Estas são realizadas como uma forma de treinamento para guerras e também para desenvolver a parte física dos índios.
 

Postagens populares